Como implementar coleta seletiva no condomínio residencial

Como implementar coleta seletiva no condomínio residencial

Reciclagem e separação do lixo são ideias bastante difundidas nos grandes centros urbanos. Basta observar a praça de alimentação de qualquer shopping. O cliente descarta os materiais conforme as cores de cada lixeira, certo? Por que, então, há dificuldade em estabelecer coleta seletiva no condomínio onde você mora?

Enquanto alguns conjuntos residenciais já se habituaram a esse padrão, outros enfrentam obstáculos para adotar práticas mais sustentáveis. Hoje vamos dar orientações sobre como solucionar o problema. Fique conosco!

Soluções para coleta seletiva em condomínio residencial

A chave para um correto descarte dos resíduos parte de dois princípios: conscientização e organização. Primeiro, deve-se entender por que a coleta seletiva é importante. Em seguida, é hora de pensar nas questões operacionais. Acompanhe:

  1. Educar os condôminos

Nem todo resíduo pode ser reaproveitado. Portanto, o material reciclável deve ser mantido à parte desses rejeitos. Separando o plástico e o metal dos restos de comida, por exemplo, você impede que os itens secos fiquem sujos ou contaminados. Assim, a reciclagem se torna viável.

Todos os vizinhos precisam ter consciência disso – e fazer sua parte. Vale levantar o tema em assembleias do condomínio, ou então distribuir informativos aos moradores. O site eCycle mantém um guia com as principais informações sobre o tema.

  1. Definir locais de armazenamento

Sugerimos que o síndico ou a administradora do residencial façam um levantamento da quantidade de resíduos gerados no local semanalmente. Dessa forma, é possível dimensionar o número de pontos de armazenagem que serão distribuídos.

Os contêineres de plástico são os recipientes mais indicados para a coleta seletiva. Eles devem permanecer fechados com tampa, o que previne o mau cheiro e a proliferação de pragas. Sempre que possível, são instalados no subsolo, na garagem ou numa área afastada dos apartamentos.

  1. Organizar a logística da coleta

Já temos condôminos conscientizados e lixeiras em quantidade suficiente para separar os resíduos. Agora, falta encontrar uma equipe para buscar esse material.

Muitas prefeituras oferecem o serviço de coleta seletiva. Caso seu condomínio não seja contemplado – ou porque está fora do roteiro, ou porque produz descartes demais –, tente uma parceria com alguma cooperativa de reciclagem.

Se esse sistema também falhar, designe colaboradores para levar o lixo até um posto de entrega voluntária. Essa estratégia funciona, especialmente, para itens de difícil reaproveitamento, como pilhas, óleo de cozinha e equipamentos eletrônicos.

  1. Conte com profissionais treinados

Um aspecto importante da coleta seletiva em condomínios diz respeito à segurança sanitária. Os colaboradores responsáveis por manusear o lixo devem receber treinamento, pois se trata de uma atividade insalubre. Além disso, precisam vestir equipamentos de proteção individual, evitando ferimentos e acidentes.

Uma equipe terceirizada pode cumprir a missão com bastante eficiência. Os colaboradores passam por capacitações periódicas para seguir as boas práticas adequadas à Política Nacional de Resíduos Sólidos e são supervisionados constantemente.  

A terceirização da limpeza também traz impacto direto para a redução de custos e eliminação de desperdícios. Como o contratante não fica responsável nem pelo treinamento, nem pelos encargos trabalhistas dos profissionais, pode-se diminuir a taxa do condomínio e ainda cuidar da preservação ambiental. 

Quer saber mais? Então acesse os links ao longo do artigo e continue a leitura! Precisando de orçamento, basta entrar em contato com a Inconfidência. Estamos à disposição.

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