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PCDs nas empresas: dicas para atingir a inclusão

A lei que estabelece cotas para a contratação de pessoas com deficiência nas empresas brasileiras existe desde 1991. Ainda assim, os empregadores têm dificuldade para atender às necessidades específicas desse público, o que atrapalha o processo de inclusão. Hoje vamos dar dicas de como melhorar esse quadro.

Por que contratar PCDs na sua empresa

Embora essa obrigatoriedade valha para organizações com 100 colaboradores ou mais, como determinam a Lei Nº 8.213/91 e o Decreto Nº 3.298/99, empreendimentos de menor porte também podem investir na contratação de PCDs. Afinal, não se trata de cumprir ordens, mas, sim, de assumir um compromisso de responsabilidade social, gerando emprego para mais gente e aquecendo a economia do país.

Pessoas com deficiência têm sonhos, habilidades e fraquezas como qualquer outro ser humano. A diferença é que algumas questões são mais aparentes. Por isso, o desafio das empresas é enxergar cada indivíduo a partir de suas potencialidades, sem restringi-lo a limitações físicas ou cognitivas. Assim, esses profissionais poderão contribuir para um local de trabalho mais plural e produtivo.

Como preparar a empresa para receber pessoas com deficiência

As barreiras para a inclusão de PCDs nas empresas existem em vários níveis, desde os obstáculos físicos até as atitudes preconceituosas dos colegas. Desse modo, antes de abrir vagas para um público específico, é preciso corrigir as falhas do ambiente corporativo. Destacamos dois pontos:

Sensibilização da equipe – Muitas vezes, as organizações não sabem lidar com quem é diferente por pura falta de informação. Como não vivem com a deficiência na pele, nem têm parentes nessa situação, os colaboradores desconhecem a maneira correta de tratar um colega cadeirante ou cego, por exemplo.

Portanto, é importante investir em treinamento. Se necessário, vale até contratar uma consultoria especializada em diversidade e inclusão para realizar campanhas internas que ensinam qual é o comportamento esperado. O objetivo, aqui, consiste em combater o capacitismo – a discriminação contra pessoas com deficiência.

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Adequação das estruturas – A Norma Técnica 9050, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), estabelece critérios para a acessibilidade nas edificações. Ela pode ser um ótimo ponto de partida para quem quer adequar as estruturas físicas de um espaço. Nesse aspecto, deve-se observar tanto as questões arquitetônicas quanto a adoção de tecnologias inclusivas.

Para ilustrar, pense num cadeirante ou numa pessoa com nanismo. Esses colaboradores demandam mobiliário adaptado, como bancadas de trabalho rebaixadas ou portas vaivém, que podem ser abertas sem maçanetas.

Já uma pessoa com deficiência visual vai precisar de um computador próprio. A máquina pode ser equipada com lente de aumento – para quem tem baixa visão – ou com um software leitor de tela – para cegueira total.

Essas adequações ambientais garantem mais autonomia aos PCDs. Com isso, eles conseguem atuar em pé de igualdade com os demais colaboradores. Ou seja: atingem o máximo potencial para as tarefas designadas.

Saiba mais: Triagem por perfil melhora a qualidade da equipe terceirizadaA Inconfidência é especializada em terceirização de serviços como portaria, manutenção predial e higienização de ambientes. Também contamos com pessoas com deficiência no nosso quadro de profissionais. Entre em contato conosco e saiba como podemos contribuir para o sucesso de seu negócio.

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